Sabes que venero
a simplicidade da cor da água e
Que gosto de
cheirar o aroma da singeleza da areia dunal!
Sabes que gosto
de gostar do sentir,
De amar o simples
e descobrir o que está por vir!
Sabes que sei
dar-te um olhar silencioso,
de conversar sem
ter tema nem diálogo,
de ouvir o que
trazes de novo e deixar-te tudo dizer!
Sabes-me
residente da calma,
num endereço de
alma,
como quem mora no
chão, sem outro lugar ter para ir!
Sabes-me
aqui,
e
que
sem me
procurares
me mostro
escondida na subtileza do ser, porque eu
gosto de morar
aqui, aí...


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